O Brasil amplia exportações para a China com gergelim e farinhas de origem animal, consolidando ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores de alimentos e insumos agropecuários do mundo. Este avanço comercial “Exportações agrícolas para a China” marca um novo capítulo nas relações entre os dois países, abrindo espaço para novos mercados, fortalecendo o agronegócio brasileiro e impulsionando a economia nacional.
Neste artigo, Exportações agrícolas para a China você vai entender a importância desse acordo, os impactos econômicos, os produtos liberados, e como isso pode beneficiar produtores, cooperativas e a cadeia de exportação agroindustrial.
Acordo comercial entre Brasil e China fortalece relações no agronegócio
A recente autorização para o Brasil exportar gergelim e farinhas de origem animal para o mercado chinês foi anunciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), após negociações bilaterais entre autoridades sanitárias dos dois países.
Essa ampliação é parte de um esforço contínuo do Brasil para diversificar sua pauta exportadora e atender à crescente demanda da China por alimentos e ingredientes de alto valor nutricional e funcional.
Quais produtos do agronegócio brasileiro foram autorizados para exportação?
🌱 Gergelim (Sesamum indicum)
O gergelim brasileiro passou a ser autorizado para exportação após a definição de um protocolo sanitário aceito pelo governo chinês. Entre os critérios estabelecidos estão:
- Rastreabilidade da produção
- Certificação sanitária
- Controle de resíduos e contaminantes
- Armazenamento e transporte adequados
🥩 Farinhas de origem animal
Também foram autorizadas as exportações de farinhas derivadas de origem animal, especialmente:
- Farinha de carne e ossos
- Farinha de vísceras
- Farinha de peixe
- Farinha de sangue (quando processada de acordo com os critérios sanitários)
Essas farinhas são utilizadas principalmente como ingredientes na ração animal e em compostos industriais.
Por que a China é um mercado estratégico para o Brasil?
A China é o principal parceiro comercial do Brasil, representando uma grande fatia das exportações brasileiras, especialmente no setor agropecuário. Com uma população superior a 1,4 bilhão de pessoas, a demanda por insumos alimentares e proteína animal é crescente e estável.
Vantagens do mercado chinês:
- Alto consumo de proteína animal e vegetal
- Potencial de crescimento na indústria de ração
- Interesse por alimentos funcionais, como o gergelim
- Estabilidade nas importações em médio e longo prazo
Impactos econômicos para o Brasil
A notícia de que o Brasil amplia exportações para a China com gergelim e farinhas de origem animal traz expectativas de aumento nas receitas de exportação e valorização da produção interna.
Benefícios diretos:
- Aumento da renda de produtores rurais e agroindústrias
- Geração de empregos no campo e na indústria
- Maior valorização dos produtos agrícolas brasileiros
- Estímulo à produção sustentável e rastreável
Estados que mais se beneficiam com as exportações
Alguns estados brasileiros já se destacam na produção dos itens liberados:
- Gergelim: Goiás, Mato Grosso, Piauí, Bahia e Tocantins são os maiores produtores
- Farinhas de origem animal: São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram grandes frigoríficos e plantas industriais habilitadas
Gergelim: o “ouro branco” do cerrado
O gergelim brasileiro tem ganhado destaque no mercado internacional por sua qualidade e produtividade. Ele é considerado um produto de alto valor agregado e possui várias aplicações:
- Culinária (sementes, óleo, pasta tahine)
- Indústria cosmética
- Produtos naturais e funcionais
Com a abertura do mercado chinês, os produtores brasileiros de gergelim poderão acessar uma das maiores economias do mundo, aumentando o volume e o valor das exportações.
O papel das certificações e exigências sanitárias
A exportação para a China exige um alto nível de conformidade com padrões sanitários internacionais. Os produtos exportados devem atender a normas de:
- Boas práticas de fabricação (BPF)
- Análises laboratoriais regulares
- Controle de resíduos químicos
- Certificação fitossanitária e veterinária
O Brasil tem investido cada vez mais em modernização e tecnologia para garantir qualidade e segurança alimentar em todos os elos da cadeia produtiva.
Como isso afeta o pequeno e médio produtor?
A expansão das exportações para mercados exigentes como a China beneficia também os pequenos e médios produtores, que podem:
- Participar de cooperativas exportadoras
- Investir em boas práticas agrícolas
- Ter acesso a programas de capacitação e certificação
- Aumentar sua lucratividade com produtos valorizados
Oportunidades para o futuro do agronegócio
Com o avanço das exportações para a China, o Brasil se consolida como um player global de alimentos e insumos agropecuários. Além de gergelim e farinhas, outros produtos já estão em fase de negociação para abertura de mercado, como:
- Milho
- Farelo de soja
- Frutas tropicais
- Mel e derivados
Resumo: o que muda com a ampliação das exportações para a China?
✅ Produtos do agronegócio brasileiro autorizados:
- Gergelim
- Farinhas de carne e ossos, vísceras, sangue e peixe
✅ Vantagens:
- Acesso ao maior mercado consumidor do mundo
- Valorização da produção nacional
- Estímulo ao investimento no campo
✅ Cuidados exigidos:
- Rastreabilidade
- Certificações sanitárias
- Controle de qualidade
Conclusão
O anúncio de que o Brasil amplia exportações para a China com gergelim e farinhas de origem animal representa um avanço estratégico para o agronegócio nacional. Ele demonstra a confiança do mercado internacional na qualidade dos produtos brasileiros e abre novas portas para produtores, indústrias e cooperativas.
Com investimentos em rastreabilidade, qualidade e inovação, o Brasil segue expandindo sua presença global e reforçando seu papel como celeiro do mundo.







